5 de novembro de 2009

Nos permitir viver
Ausêcia presente
nem sempre sentida...
Em oração já estais mas
presente do que imaginas

O coração marcado,
cheteado com o acaso
fica trsite e calado
se aquieta e para.

Num sentido duplo
uma batida.
Alinhar ao centro
Há um culpado?
Quem?

Não perdes tempo jugando
Talvez jugue para achar
um ponto x
mas não há...

Há uma lucida confusão.
Mas tudo passa
e nesta vida efemera,
apenas passamos...

E o que aproveitamos
é o que nos permitmos
viver.


Sara Gonsalves

Um comentário:

Anônimo disse...

UHhummm! Grande poesia. Claro, linda como todas! =D